Stocche Forbes e Lefosse atuam em captação de R$ 1,6 bi da Equatorial Goiás

Da redação de LexLegal
A Equatorial Goiás Distribuidora de Energia S.A. concluiu uma captação de R$ 1,6 bilhão no mercado financeiro, em operação estruturada com a participação de grandes bancos e assessoria jurídica de escritórios especializados em mercado de capitais. O movimento ocorre em um momento de retomada das emissões corporativas no setor de energia.
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A operação foi precificada em janeiro e concluída em fevereiro de 2026. Na prática, trata-se de uma emissão de títulos no mercado brasileiro, mecanismo pelo qual empresas captam recursos diretamente de investidores para financiar projetos, reforçar caixa ou reorganizar dívidas. O valor foi integralmente denominado em reais.
O setor elétrico tem recorrido com frequência a esse tipo de operação por demandar investimentos contínuos em infraestrutura, redes e modernização do sistema. Ao acessar o mercado, a companhia diversifica fontes de financiamento e reduz dependência de crédito bancário tradicional.
Na assessoria jurídica da emissora e dos coordenadores, atuou o escritório Stocche Forbes Advogados, com os sócios Frederico Moura, Laercio Munechika e Frederico Accon, além dos associados Paula Ghetti Lyrio, Lucas Mascarenhas, Leonardo Corais e Mariana Pinho.
A companhia contou ainda com uma equipe jurídica interna formada por Thais Caroline Oliveira Machado, Bruno Ramão Ximenes, Quezia Souza Carmo, Esteanir Santos Lima, Letícia Silva Ferreira, Renan Vieira Santos e Marcio Victor Moraes Fernandes, responsáveis pelo acompanhamento da operação do lado da empresa.
A coordenação da oferta ficou a cargo de XP Investimentos Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., Itaú BBA Assessoria Financeira S.A., Banco Bradesco BBI S.A. e BTG Pactual Investment Banking Ltda., instituições que estruturam e distribuem os papéis junto aos investidores.
No apoio jurídico aos bancos coordenadores, atuou o escritório Lefosse Advogados, com os advogados Ricardo Prado, Pedro Cruciol, Luis Bruno, Lara Maroni, Luisa Mourão e Gustavo Marçal. As equipes internas dos bancos também participaram diretamente da operação.
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A captação reforça o papel do mercado de capitais como alternativa relevante de financiamento para empresas de energia e sinaliza apetite dos investidores por ativos ligados a infraestrutura, mesmo em um cenário de juros ainda elevados.