Polícia Civil investiga denúncia de estupro coletivo em escola estadual de SP

Polícia Civil investiga denúncia de estupro coletivo em escola estadual de SP
Crime teria ocorrido dentro de banheiro na zona norte; Secretaria de Educação apura conduta da gestão/ PCSP/Divulgação
Publicado em 12/03/2026 às 6:30

Da redação de LexLegal

A Polícia Civil de São Paulo apura a denúncia de estupro coletivo contra um estudante de 12 anos ocorrido em uma escola estadual na zona norte da capital. O crime teria sido praticado dentro de um banheiro da unidade de ensino por outros alunos da mesma idade e estudantes mais velhos. O caso foi registrado como ato infracional de estupro de vulnerável e está sob responsabilidade do 74º DP, que conduzirá as investigações e ouvirá os envolvidos nos próximos dias.

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A Secretaria da Educação do Estado iniciou uma apuração interna para avaliar a conduta da diretoria e dos funcionários da escola. O Conselho Tutelar e os pais dos alunos foram acionados para acompanhar os desdobramentos. Equipes do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP) foram enviadas ao local para oferecer suporte psicológico e realizar ações de acolhimento com a comunidade escolar, incluindo professores e demais estudantes.

A investigação policial busca identificar a participação de cada adolescente no episódio e eventuais falhas na vigilância do prédio público. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a prioridade agora é o depoimento da vítima e a coleta de provas que confirmem a dinâmica do ataque. O sigilo sobre a ocorrência é mantido para preservar a identidade dos menores envolvidos, conforme determina a legislação vigente.

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O episódio reacende o debate sobre a segurança no ambiente escolar e a eficácia das políticas de prevenção à violência nas unidades estaduais. Enquanto a polícia atua na esfera criminal, a pasta da educação monitora o clima escolar na tentativa de restabelecer a rotina após o trauma.

A gestão da unidade poderá sofrer sanções administrativas caso fiquem comprovadas negligência ou omissão durante o período em que o estudante esteve sob custódia do Estado.

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