Mineração Morro do Ipê capta R$ 1 bilhão em debêntures com assessoria de Mattos Filho e Stocche Forbes

Mineração Morro do Ipê capta R$ 1 bilhão em debêntures com assessoria de Mattos Filho e Stocche Forbes
Ao todo, a mineradora levantou R$ 1.020.915.000,00 na sua quinta emissão de debêntures/Divulgação
Publicado em 14/05/2025 às 11:57

Da redação de LexLegal

A Mineração Morro do Ipê concluiu uma captação de mais de R$ 1 bilhão por meio de uma oferta pública de debêntures simples, com suporte jurídico dos escritórios Mattos Filho e Stocche Forbes. A operação seguiu as regras da Resolução CVM 160, norma que regula as ofertas públicas de valores mobiliários no Brasil e tem como objetivo modernizar e simplificar o acesso das empresas ao mercado de capitais.

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Ao todo, a mineradora levantou R$ 1.020.915.000,00 na sua quinta emissão de debêntures — um tipo de título de dívida usado por empresas para captar recursos diretamente de investidores, sem recorrer a empréstimos bancários. Esses papéis são negociados no mercado e funcionam como um compromisso de pagamento com remuneração definida em contrato.

Na operação, o escritório Mattos Filho assessorou a emissora, Mineração Morro do Ipê, com atuação da sócia Natalia de Santis, acompanhada pelos advogados Yasmin Tayar e Renê da Mata.

Do lado dos coordenadores da oferta, o Banco Bradesco BBI foi assessorado pelo Stocche Forbes, com atuação do sócio Bruno Gandolfo, e dos advogados André Reis e Larissa Chaves, além do estagiário Theo Mothe.

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A equipe jurídica interna da Mineração Morro do Ipê também participou da operação, com Manuel Feres Hermeto, Ana Caroline Moura e Renan Maia. Pelo Bradesco BBI, atuaram Flavia Sousa de Andrade, Renata Machida e Brian Souza.

Diferente das debêntures incentivadas, que contam com benefícios fiscais para quem investe, as debêntures simples não têm isenção de imposto de renda para os compradores. Mesmo assim, são uma alternativa comum de financiamento, principalmente para empresas de capital fechado ou com projetos de médio e longo prazo.

A oferta seguiu a Resolução CVM 160, publicada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 2022 e alterada posteriormente. A norma reformulou o regime de ofertas públicas no Brasil, com a promessa de maior agilidade, menos burocracia e mais clareza na classificação das emissões — divididas entre aquelas voltadas ao público em geral (com registro) e aquelas voltadas a investidores profissionais (com registro automático ou dispensado).

Ao utilizar esse arcabouço legal, a Mineração Morro do Ipê conseguiu acessar o mercado com mais eficiência, o que reforça o movimento de empresas brasileiras buscando diversificar suas fontes de financiamento para além dos bancos tradicionais.

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A Mineração Morro do Ipê atua no setor de mineração de ferro e tem operações em Minas Gerais. Com investimentos contínuos em expansão e sustentabilidade, a empresa utiliza instrumentos como as debêntures para viabilizar projetos e reforçar seu fluxo de caixa.

SÃO PAULO WEATHER