Lobo de Rizzo e Feijó Lopes assessoram captação de R$ 400 milhões da Farmácia São João

Da redação de LexLegal
A rede Farmácia São João (Comércio de Medicamentos Brair) estruturou uma captação de R$ 400 milhões no mercado de capitais. A operação envolveu a emissão de debêntures pela Vert Companhia Securitizadora, títulos de dívida que são usados para captar recursos junto a investidores.
O processo foi garantido por notas comerciais da própria rede de farmácias, um tipo de título de curto prazo que funciona como uma promessa de pagamento, servindo aqui como lastro para a emissão maior.
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Estrutura de securitização e mercado
A transação foi realizada sob o rito de registro automático da CVM 160, uma norma que agiliza a oferta de títulos para o mercado. Na prática, a securitizadora transforma as notas comerciais da farmácia em debêntures para distribuição pública.
O Banco Bradesco BBI atuou como o coordenador da operação. Esse tipo de movimento permite que empresas do varejo farmacêutico busquem financiamento direto no mercado, otimizando o fluxo de caixa sem depender exclusivamente de empréstimos bancários tradicionais.
Bancas envolvidas e advogados
O escritório Lobo de Rizzo atuou como assessor jurídico do Bradesco BBI, da Vert Securitizadora e da Comércio de Medicamentos Brair. A equipe foi liderada pela sócia Maria Costa Neves Machado, com as advogadas Marília do Valle Farias e Thalita Procopio Serpa Leite.
Já o escritório Feijó Lopes Advogados trabalhou como assessor jurídico especial da Farmácia São João, sob o comando do sócio Lúcio Feijó Lopes e das associadas Andréa de Freitas e Gabriella Moita.
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A captação reforça a estrutura financeira da rede de farmácias para novos investimentos e gestão de passivos, consolidando o uso de instrumentos de dívida securitizada no setor de varejo de saúde.