Lefosse e Mattos Filho atuam na venda da Agropalma ao grupo colombiano Daabon

Da redação de LexLegal
O grupo colombiano Daabon avançou na aquisição da Agropalma S.A. e da Companhia Refinadora da Amazônia, em uma operação que movimenta o setor brasileiro de óleo de palma. O escritório Lefosse assessorou juridicamente o comprador na transação.
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O negócio foi formalizado em fevereiro de 2026, mas ainda depende do cumprimento de condições precedentes para ser totalmente concluído. A compra será realizada pelo Daabon em parceria com investidores locais.
A Agropalma é uma das empresas mais relevantes da cadeia de produção de óleo de palma no Brasil. A companhia atua desde o cultivo do dendê até a produção industrial de derivados usados nas indústrias alimentícia, cosmética e química.
A transação também inclui a Companhia Refinadora da Amazônia, responsável pelo processamento e refino de óleo vegetal. A integração desses ativos reforça o posicionamento do Daabon no agronegócio latino-americano.
O setor de palma tem ganhado relevância estratégica no Brasil. O produto é usado em alimentos industrializados, biocombustíveis e insumos químicos, além de ser considerado uma cultura agrícola com alto rendimento por hectare.
No campo jurídico, o Daabon Group foi assessorado pelo Lefosse. A equipe contou com os sócios Ricardo Bolan, Andréa Caliento, Rafaela Canito e André Calumby, além do counsel Alexandre Barbosa. Também participaram os advogados Pedro Simões, Beatriz Salotti e Pedro Goulart.
O escritório PPU (Philippi Prietocarrizosa Ferrero DU & Uría) atuou como conselheiro do Daabon na Colômbia, sob a liderança dos advogados Martin Acero, Antônio Laborde e Juan Nur.
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Os vendedores foram assessorados pelo escritório Mattos Filho Advogados. A equipe contou com os sócios João Ricardo de Azevedo Ribeiro, Andrea Lauletta, Marcel Alcades Theodoro, Bernardo Rache de Almeida e Raul de Freitas. O BTG Pactual também participou da operação, com atuação de seus advogados internos Alessandro Farkuh e Alexandre Carrusca.