Lefosse assessora PicPay em IPO de US$ 434 milhões na Nasdaq

Da redação de LexLegal
O PicPay finalizou sua oferta pública inicial de ações, o chamado IPO, movimentando US$ 434,2 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões). A operação marca a estreia da instituição de pagamentos no mercado de capitais internacional com a listagem de ações ordinárias de classe A na Nasdaq, em Nova York. A abertura de capital permite que a empresa capte recursos diretamente com investidores para financiar sua expansão e tecnologia.
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Ações ordinárias e listagem internacional
Na estrutura da oferta, foram emitidas ações de classe A da PicS N.V., que dão aos compradores o direito de voto nas assembleias da companhia. A assessoria jurídica brasileira ficou a cargo do escritório Lefosse, que atuou na estruturação do “equity”, termo usado para o patrimônio líquido e as participações societárias da empresa.
O IPO funciona como uma vitrine global, submetendo a instituição a regras rigorosas de transparência e governança exigidas pelas bolsas norte-americanas para garantir a segurança dos novos acionistas.
Escritórios e advogados envolvidos na operação
A equipe do escritório Lefosse foi liderada pelos sócios Ricardo Prado e Renata Cardoso, contando com o trabalho da conselheira Luciana Moutinho e dos associados Lara Maroni e Leonardo Gaspar.
No plano internacional, o PicPay contou com o suporte do escritório Davis Polk & Wardwell LLP, representado pelo advogado Manuel Garciadiaz. Pelo lado das instituições financeiras, a banca White & Case LLP (NY) atuou com a coordenação de Donald Baker.
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A conclusão da oferta ocorre em um momento de consolidação das fintechs brasileiras no exterior. Com o fechamento da operação, o PicPay passa a ter uma estrutura de capital aberta, o que significa que qualquer investidor pode negociar suas fatias no mercado secundário. O valor total da transação, de US$ 434.285.717,00, reforça o apetite dos fundos globais por ativos de tecnologia financeira da América Latina, mesmo em cenários de juros flutuantes.