Inmet mantém alerta vermelho para onda de calor no Sudeste e Sul

Da redação de LexLegal
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve ativo o alerta vermelho para onda de calor em áreas das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país. O aviso, o mais grave da escala do instituto, atinge principalmente os estados do Rio de Janeiro e São Paulo e segue válido até a próxima segunda-feira (29).
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Segundo o Inmet, diversas cidades devem enfrentar temperaturas extremamente elevadas nos próximos dias, entre elas Londrina e Curitiba, no Paraná; Uberaba, Varginha e Juiz de Fora, em Minas Gerais; Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul; e Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Nessas localidades, os termômetros vêm registrando valores cerca de 5 °C acima da média histórica esperada para esta época do ano.
De acordo com os técnicos do instituto, esse desvio persistente de temperatura caracteriza uma onda de calor, fenômeno definido quando as máximas permanecem significativamente acima do padrão climatológico por vários dias consecutivos. O cenário é favorecido por um bloqueio atmosférico que impede a entrada de frentes frias e mantém o ar quente sobre grande parte do país.
Diante do risco à saúde, o Ministério da Saúde orienta a população a procurar uma unidade de saúde ao surgirem sintomas de estresse térmico. Entre os sinais de alerta estão transpiração excessiva, fraqueza, náuseas, tontura e mal-estar persistente, que podem evoluir para quadros mais graves se não houver atendimento adequado.
Além do atendimento médico em casos de sintomas, a pasta reforça cuidados preventivos para reduzir os impactos do calor intenso. As recomendações incluem manter a hidratação constante, usar roupas leves e adequadas ao clima, evitar atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes do dia e optar por refeições leves, que exigem menos esforço do organismo para a digestão.
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O alerta vermelho representa o nível máximo entre os avisos emitidos pelo Inmet e indica risco elevado à saúde da população, especialmente para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. As autoridades seguem monitorando as condições meteorológicas e não descartam a manutenção do quadro de calor extremo enquanto persistirem as condições atmosféricas atuais.