i2a e Machado Meyer assessoram emissão de CRI de R$ 25 milhões da BPG Glória

Da redação de LexLegal
Os escritórios i2a Advogados e Machado Meyer Advogados atuaram na 433ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da Opea Securitizadora, em operação lastreada em créditos imobiliários originados pela BPG Glória Empreendimentos e Participações. A transação movimentou R$ 25 milhões e reforça o uso de instrumentos estruturados para financiar projetos do setor imobiliário.
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Na operação, o escritório i2a Advogados prestou assessoria jurídica à BPG Glória, empresa responsável pelo empreendimento objeto do lastro da operação, com atuação do sócio Ronaldo Ishikawa, ao lado dos advogados Felipe Canoas, Laís Dal Maso Pinheiro e Beatriz Baptista Sanceau. Já o Machado Meyer Advogados representou o Banco Votorantim, que atuou na estruturação da operação como instituição financeira participante. A equipe foi composta pelo sócio Guilherme Azevedo Ferreira Alves, com os advogados Isabela de Andrade Pereira, Isabelle Germaine Fernandes Noro Valente e Matheus Freitas Barcelos.
Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) são títulos de renda fixa emitidos por securitizadoras e lastreados em créditos originados no setor imobiliário, como financiamentos residenciais ou comerciais. Esses papéis permitem que incorporadoras antecipem recursos de contratos de venda a prazo, repassando os direitos creditórios para investidores em troca de capital imediato.
A operação envolve recebíveis imobiliários da BPG Glória, que atua na incorporação de empreendimentos residenciais, e permite que a empresa obtenha liquidez sem recorrer a financiamentos bancários tradicionais. Os CRIs emitidos pela Opea oferecem remuneração atrelada ao risco e à qualidade dos créditos cedidos, atraindo investidores que buscam diversificação e rendimento em títulos lastreados em ativos reais.
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A emissão de CRIs tem ganhado destaque no mercado de capitais brasileiro como forma eficiente de financiamento do setor imobiliário, especialmente em um ambiente de juros em desaceleração e maior apetite por investimentos estruturados.