Eneva capta R$ 2,4 bilhões em debêntures com apoio do Stocche Forbes e Demarest
Operação teve aumento de 20% no lote adicional e foca em incentivos fiscais

Da redação de LexLegal
A Eneva concluiu a sua 14ª emissão de debêntures simples, captando R$ 2,4 bilhões no mercado financeiro para reforçar seu caixa e investimentos no setor de energia.
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O valor total da oferta teve um acréscimo de 20% em relação ao montante inicial, após o exercício total do lote adicional, que é a opção de vender mais títulos quando a demanda dos investidores supera a oferta original.
As debêntures são do tipo quirografárias, o que significa que não possuem uma garantia real, como um prédio ou máquinas, mas contam com o compromisso de pagamento baseado no patrimônio geral da companhia.
Os títulos emitidos pela empresa contam com os benefícios da Lei 12.431, que zera ou reduz o Imposto de Renda para investidores, funcionando como debêntures incentivadas voltadas para projetos de infraestrutura.
A operação jurídica foi conduzida pelo Stocche Forbes, que assessorou a Eneva com os sócios Henrique Filizzola e Thadeu Bretas, além dos associados Ana Flávia Chaves C. da Silva, Fernando Daniel de Ponte de Paula e Vinicius Menegaldo Balmas. Pelos bancos, o Demarest Advogados atuou com a sócia Julia Lobo Dutra, os associados Maria Fernanda Archangelo e André Paschoal Café de Castro e o estagiário Lucas Naufal.
Internamente, a Eneva mobilizou os profissionais Aline Gomes, Conrado Roliz, Bernardo Gueiros e Rafael Rigoni. O sindicato de bancos incluiu executivos como Felipe Andreu, Izabel Siqueira, Caio Ramos Penitente, Maria Bessa, Pedro Barbosa, Mateus Marcos e Renata Machida.
O BTG Pactual liderou a oferta ao lado de Santander, Itaú BBA, XP Investimentos, BB-Banco de Investimento e Bradesco BBI, garantindo a distribuição dos papéis entre grandes fundos e investidores individuais.
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A emissão reforça a estratégia da Eneva em diversificar suas fontes de financiamento aproveitando o apetite do mercado por ativos de energia com vantagens tributárias.