Demarest, Veirano e outros 4 escritórios atuam em rodada de investimento da Infleet

Da redação de LexLegal
A startup Infleet Soluções em Tecnologia S.A., especializada em softwares de gestão de frotas, concluiu sua rodada de investimento Série A, em uma operação transnacional que envolveu a participação de diversos fundos e investidores. O movimento reforça a presença da empresa no setor de mobilidade e tecnologia, com foco em soluções que integram monitoramento, telemetria, vídeo telemetria, manutenção e gestão inteligente de frotas.
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A rodada Série A é uma fase de captação de recursos voltada para empresas que já superaram o estágio inicial e buscam expandir operações, desenvolver novos produtos e ganhar escala. Geralmente, envolve investidores institucionais como fundos de venture capital, que assumem participação acionária na companhia em troca do aporte financeiro.
Atuação dos escritórios
A operação contou com a assessoria jurídica de diferentes bancas brasileiras e estrangeiras. O Demarest Advogados representou a Infleet, com participação da sócia Juliana Maluf e dos associados Isabella Koshiyama e Ilson Maciel.
Nos Estados Unidos, a empresa teve suporte do Gunderson Dettmer, especializado em startups e venture capital. Do lado dos investidores, atuaram o Bronstein, Zilberberg, Chueiri & Potenza Advogados, representando o fundo Canary; o Veirano Advogados, assessorando a Citrino Ventures; o Serur Advogados, no apoio ao FIP Anjo (Domo); e o Marcus Valverde Sociedade de Advogados, que assessorou o fundo Indicator.
O aporte é classificado como uma operação de M&A (fusões e aquisições) de buy side, pois envolve a entrada de investidores estratégicos adquirindo participações acionárias na empresa. Embora os valores não tenham sido divulgados, fontes de mercado destacam que se trata de um investimento relevante para consolidar a Infleet como uma das líderes no setor de gestão tecnológica de frotas no Brasil, ao mesmo tempo em que amplia sua presença internacional.
Outro ponto de destaque é a estrutura jurídica da operação, que envolveu jurisdições no Brasil, Delaware (EUA) e Ilhas Cayman. Esse tipo de arranjo é comum em rodadas de venture capital, pois facilita a entrada de investidores estrangeiros, garante maior flexibilidade regulatória e dá segurança jurídica para aportes de diferentes países.
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Com o novo investimento, a Infleet deve acelerar sua estratégia de expansão, reforçar soluções de telemetria avançada e ampliar parcerias com empresas de logística, transporte e mobilidade. Especialistas do setor avaliam que a rodada simboliza um momento de maturidade para startups brasileiras ligadas à tecnologia aplicada à mobilidade, atraindo atenção de investidores globais que buscam negócios escaláveis e sustentáveis.