Bolsa supera 158 mil pontos e dólar recua com expectativa de cortes de juros nos EUA

Bolsa supera 158 mil pontos e dólar recua com expectativa de cortes de juros nos EUA
A criação do ETF ocorre em um contexto de diversificação do mercado de capitais brasileiro, que vem ampliando a oferta de produtos voltados a investidores que buscam alternativas à renda fixa tradicional e às ações/B3/Divulgação
Publicado em 27/11/2025 às 6:00

Da redação de LexLegal

Em um dia de forte otimismo nos mercados, o Ibovespa renovou seu recorde histórico e ultrapassou a marca dos 158 mil pontos, enquanto o dólar registrou queda pelo terceiro pregão consecutivo, acompanhando o movimento internacional.

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O principal índice da B3 encerrou esta quarta-feira (26) aos 158.555 pontos, avanço de 1,7%. O novo recorde foi impulsionado pela melhora no ambiente externo e pela volta das apostas de que o Federal Reserve poderá reduzir juros em 2025. Esse movimento tende a atrair mais recursos estrangeiros para economias emergentes, como o Brasil.

O dólar também seguiu a tendência global de enfraquecimento. A moeda norte-americana à vista fechou cotada a R$ 5,335, queda de 0,77%, equivalente a R$ 0,041. Apesar de ter oscilado para cima durante a manhã, perdeu força ao longo da tarde e terminou próxima das mínimas do dia. Com o resultado, o dólar acumula baixa de 0,84% em novembro e recuo de 13,67% no ano.

A expectativa por cortes de juros nas principais economias voltou a fortalecer moedas de países emergentes. Taxas menores tendem a estimular a migração de capitais financeiros de mercados desenvolvidos para regiões onde o retorno é maior, efeito que beneficia o real e sustenta o desempenho positivo da bolsa brasileira.

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No cenário doméstico, a divulgação do IPCA-15 de novembro também influenciou o humor dos investidores. A prévia da inflação oficial subiu 0,2% no mês. Com isso, o índice acumulado em 12 meses voltou para 4,5%, teto da meta de inflação. Para parte do mercado, o resultado reforça a percepção de que o Banco Central poderá iniciar o ciclo de cortes da taxa Selic já em janeiro, o que tende a estimular a migração de recursos da renda fixa para a renda variável.

SÃO PAULO WEATHER