Lefosse representa BTG em oferta de R$ 1,8 bilhão de fundo imobiliário

Lefosse representa BTG em oferta de R$ 1,8 bilhão de fundo imobiliário
Emissão de cotas atraiu mais de 42 mil investidores e foi ampliada após alta demanda/Magnific
Publicado em 20/07/2026 às 11:00

Da Redação de LexLegal

O escritório Lefosse assessorou o BTG Pactual na oferta pública de aproximadamente R$ 1,8 bilhão do fundo imobiliário BTG Pactual Logística, negociado na Bolsa pelo código BTLG11. O banco atuou como coordenador líder e gestor do fundo.

A 16ª emissão distribuiu 17.629.909 cotas pelo preço unitário de R$ 102,51. A captação total alcançou R$ 1.807.241.971,59 e reuniu 42.372 investidores.

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Demanda elevou tamanho da oferta

A procura permitiu o exercício integral do lote adicional, mecanismo que autoriza a emissão de mais cotas quando a demanda supera a quantidade inicialmente prevista.

Foram acrescentadas 2.020.152 cotas, aumento de 12,94% sobre o lote original. Os novos papéis foram emitidos pelo mesmo preço e nas mesmas condições, conforme permitido pela Resolução 160 da Comissão de Valores Mobiliários.

Pessoas físicas formaram o maior grupo da operação. Ao todo, 42.088 investidores individuais compraram 11.789.688 cotas, cerca de 67% do volume distribuído. Fundos, empresas, entidades de previdência, instituições financeiras e investidores estrangeiros também participaram.

A oferta foi encerrada em 16 de julho, segundo os documentos publicados pelo BTLG11.

Fundo alcança capitalização de R$ 7,3 bilhões

Após a emissão, o BTLG11 alcançou capitalização total de aproximadamente R$ 7,3 bilhões. Pelos critérios divulgados na operação, o resultado colocou o fundo como o maior FII de tijolo do país em junho de 2026.

Fundo de tijolo é o nome utilizado para carteiras que investem diretamente em imóveis físicos. O BTLG11 concentra sua atuação em propriedades destinadas a operações logísticas.

Lefosse conduziu assessoria regulatória

O Lefosse atuou como assessor jurídico da oferta e acompanhou o cumprimento das regras brasileiras para distribuição pública de valores mobiliários.

A equipe foi liderada pelos sócios Felipe Paiva e André Mileski, com participação dos associados Matheus Maiotto, Rodrigo Bertholdo e Bruno Verciani.

A área jurídica interna do BTG Pactual contou com Pedro Fogaça, Felipe Andreu e Matheus Calazans.

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Com o encerramento, todas as cotas da emissão foram distribuídas. A operação ampliou o número de cotistas e a base de capital disponível para a estratégia imobiliária do BTLG11.

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