Silveiro Advogados assessora Rio Bravo e Daycoval em operação de R$ 100 milhões

Silveiro Advogados assessora Rio Bravo e Daycoval em operação de R$ 100 milhões
Oferta de cotas de FIDC movimentou R$ 100 milhões e utilizou rito simplificado da CVM/Magnific
Publicado em 10/06/2026 às 13:00

Da redação de LexLegal

A Rio Bravo Investimentos e o Banco Daycoval concluíram uma captação de R$ 100 milhões por meio da emissão de cotas de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), estrutura bastante utilizada no mercado financeiro para transformar recebíveis em recursos para financiamento. A operação contou com assessoria jurídica do Silveiro Advogados.

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O FIDC é um tipo de fundo que adquire direitos de crédito, como parcelas de financiamentos, duplicatas e recebíveis de empresas. Esses ativos são reunidos em uma carteira e servem de base para a emissão de cotas destinadas a investidores.

A oferta foi realizada por meio de distribuição pública e seguiu o procedimento de registro automático previsto na Resolução CVM 160. A norma, editada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), simplificou parte dos processos regulatórios para determinadas ofertas, reduzindo etapas burocráticas e acelerando o acesso ao mercado de capitais.

Estrutura é amplamente usada para financiar empresas

Os FIDCs vêm ganhando espaço como alternativa de financiamento para empresas e instituições financeiras. Ao converter recebíveis futuros em recursos imediatos, a estrutura amplia o acesso ao crédito e diversifica as fontes de captação.

Segundo informações da operação, o valor total da emissão foi de R$ 100 milhões.

Escritórios e advogados envolvidos

A operação teve assessoria jurídica do Silveiro Advogados, que atuou em favor da Rio Bravo Investimentos e do Banco Daycoval. O trabalho foi liderado pelo sócio José Roberto de Souza Meirelles Filho, com participação do advogado Pedro Ferreira Gomez Aguila.

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A conclusão da oferta reforça o uso crescente de instrumentos de securitização no mercado brasileiro. Estruturas como os FIDCs têm sido utilizadas por gestores e instituições financeiras para captar recursos e ampliar operações de crédito por meio do mercado de capitais.

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