Felipe Moraes deixa Azevedo Sette e lança boutique focada em arbitragem em SP

Da redação de LexLegal
O advogado Felipe Moraes anunciou o desligamento do Azevedo Sette Advogados, onde liderava a área de resolução de conflitos, para fundar o Felipe Moraes Advogados. A banca nasce estruturada como uma boutique jurídica, modelo de escritório altamente especializado que atende causas específicas com atendimento personalizado.
O foco exclusivo do novo negócio será a condução de arbitragens e litígios estratégicos, atendendo companhias, acionistas, investidores e executivos em disputas domésticas e internacionais de alta complexidade.
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A atuação do escritório abrange mediações, negociações estratégicas, consultoria pré-litigiosa e gestão de contratos após fusões e aquisições (M&A).
A banca também se dedicará à elaboração de pareceres jurídicos, que são análises técnicas aprofundadas emitidas por um jurista para subsidiar decisões em processos, e à redação de cláusulas compromissórias, dispositivos contratuais onde as partes elegem previamente a arbitragem para resolver futuras divergências sem passar pelo Poder Judiciário.
O atendimento focará nos setores de mineração, siderurgia, energia, agronegócio, construção civil e infraestrutura.
O projeto corporativo é encabeçado pelo sócio-fundador Felipe Moraes, que acumula as funções de árbitro em câmaras especializadas, parecerista e testemunha especialista em direito brasileiro.
O profissional também atua na docência como professor do IBMEC nas disciplinas de direito societário, arbitragem e governança corporativa, além de possuir qualificação técnica voltada para integrar conselhos de administração de grandes companhias.
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A abertura da banca reflete uma tendência de mercado em que grandes empresas buscam estruturas jurídicas enxutas para liderar litígios comerciais e societários complexos. A operação da banca está concentrada em mapear o contexto negocial e os interesses econômicos dos envolvidos para desenhar soluções sob medida, evitando o desgaste reputacional e a lentidão tradicional das cortes judiciais comuns.