Ministério do Turismo pede que turistas busquem cadastro que identifica empresas de turismo regulares

Da redação de LexLegal
O Carnaval de 2026 promete ser histórico, com uma expectativa de 65 milhões de foliões nas ruas, um salto de 22% em relação ao ano passado. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a festa deve injetar R$ 14,48 bilhões na economia brasileira, beneficiando destinos como Rio de Janeiro, Salvador, Recife e São Paulo.
Leia também: Rio de Janeiro intensifica combate ao assédio no Carnaval com protocolo de proteção
Para evitar fraudes, o Ministério do Turismo reforça a importância do Cadastur. O sistema oficial identifica guias, agências e hotéis legalizados. O cadastro é obrigatório para transportadoras turísticas, organizadores de eventos e parques temáticos, garantindo que o prestador atua conforme as normas federais.
A consulta ao Cadastur é gratuita e pode ser feita pelo site oficial da ferramenta via CNPJ, CPF ou nome da empresa. Se o prestador não aparecer no sistema, o serviço é considerado irregular. O órgão orienta desconfiar de preços muito baixos e sempre exigir comprovantes fiscais e contratos detalhados.
Em casos de problemas, o consumidor deve denunciar empresas sem registro e buscar órgãos de defesa ou a plataforma Consumidor.gov.br. Para turismo de aventura, a recomendação é checar se a empresa segue as normas técnicas da ABNT, garantindo a segurança em atividades de maior risco durante o período festivo.
Veja também: Carnaval: bancos fecham na segunda e terça e reabrem na Quarta de Cinzas
O aumento no fluxo de turistas nacionais e estrangeiros exige atenção redobrada com sites de avaliações e termos de cancelamento. Com a movimentação bilionária prevista, a regularização dos serviços turísticos é o principal mecanismo para evitar que o planejamento da viagem se transforme em prejuízo financeiro.