SUS inicia troca de insulina por versão moderna para crianças e idosos em quatro estados

Da redação de LexLegal
O Ministério da Saúde começou a substituir a insulina humana NPH pela insulina análoga glargina no Sistema Único de Saúde. O projeto-piloto ocorre inicialmente no Amapá, Paraná, Paraíba e Distrito Federal, atendendo crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos.
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A pasta estima que 50 mil pacientes serão beneficiados nesta fase inicial com o medicamento de ação prolongada. Segundo o ministério, é um fármaco mais moderno que facilita a rotina ao exigir apenas uma aplicação diária para manter os níveis de glicose estáveis.
O tratamento na rede privada pode atingir o valor de R$ 250 a cada dois meses, custo que agora será absorvido pelo governo federal. A transição ocorre de forma gradual e profissionais da atenção primária nos estados selecionados já recebem treinamento especializado.
A produção nacional é fruto de uma parceria entre Bio-Manguinhos, a empresa Biomm e a chinesa Gan & Lee para transferência de tecnologia. O investimento soma R$ 131 milhões e a meta é produzir 36 milhões de tubetes para o SUS até o final de 2026.
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A autonomia brasileira na fabricação do insumo é considerada estratégica pelo governo diante da escassez do produto no mercado global. Após a análise dos resultados nas quatro unidades da federação, o ministério deve apresentar o cronograma de expansão para todo o Brasil.