Lefosse assessora compra de usinas da Raízen pela Cocal por R$ 1,54 bi

Da redação de LexLegal
A Cocal Agroindústria S.A. concluiu a aquisição das usinas de cana-de-açúcar Passatempo e Rio Brilhante, pertencentes à Raízen S.A., em uma transação privada avaliada em R$ 1,543 bilhão. A compradora foi assessorada pelo Lefosse Advogados, que atuou na estruturação, negociação e elaboração dos contratos definitivos do negócio.
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A operação está entre as maiores alienações de ativos sucroenergéticos realizadas pela Raízen nos últimos anos e ocorre em um momento de reacomodação do setor de agronegócio, marcado por busca de escala, eficiência operacional e reposicionamento estratégico. Em termos práticos, a transação envolve a transferência de plantas industriais dedicadas ao processamento de cana, com impacto direto na capacidade produtiva e na logística agrícola da região.
Trata-se de um negócio de M&A privado, expressão usada para operações de fusões e aquisições fora do mercado de capitais, negociadas diretamente entre as partes, sem oferta pública de ações. Nesse tipo de transação, a atenção jurídica costuma se concentrar na avaliação de riscos regulatórios, ambientais, trabalhistas e contratuais, além das condições de fechamento e pagamento.
Segundo informações do mercado, a venda reforça a estratégia da Raízen de otimizar seu portfólio de ativos, enquanto a Cocal amplia presença e capacidade industrial no segmento sucroenergético.
O Lefosse Advogados prestou assessoria integral à compradora ao longo de todo o processo, desde a fase inicial de estruturação até o fechamento, incluindo a negociação dos termos econômicos e jurídicos. A equipe envolvida contou com os sócios Luiz Octavio Lopes, Milena Mundim e Felipe Boechem; os counsels Rafael Martins e Renato Edelstein; e os associados Karina Vlahos, Milena Mundim, Julia Braga, Lucas Queiroz, Lucca Margoni e Victoria Viola.
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Na ponta vendedora, a Pinheiro Neto Advogados atuou como assessor jurídico da Raízen, com participação dos advogados internos Gustavo Crêdo, Ana Carolina C. Malnarcic e Camila Ramenzoni Barone. A XP Investimentos S.A.também esteve envolvida na operação, com atuação dos advogados internos Diego Mendes, Lucas Herrera, Fernando Bortoletto e Arthur C. Feletti.