Pinheiro Guimarães e Pinheiro Neto assessoram emissão de R$ 5 bilhões em debêntures da Tim Brasil

Da redação de LexLegal
A Tim Brasil Serviços e Participações concluiu sua 2ª emissão de debêntures não conversíveis em ações e sem garantia real (ou seja, títulos de dívida que não podem ser transformados em ações da companhia e que não possuem bens como garantia), no valor total de R$ 5 bilhões. A operação foi realizada em duas séries e ofertada publicamente, seguindo as regras da Resolução CVM 160, que regula as ofertas públicas de valores mobiliários no Brasil.
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As debêntures são instrumentos utilizados por empresas para captar recursos no mercado, funcionando como um empréstimo feito pelos investidores à companhia. Em troca, a empresa se compromete a pagar juros em prazos definidos.
A distribuição dos títulos foi coordenada por um grupo de instituições financeiras: UBS BB Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários, Banco Bradesco BBI, BTG Pactual Investment Banking e Caixa Econômica Federal.
Escritórios e advogados envolvidos
A operação contou com a assessoria jurídica de dois dos maiores escritórios do país. O Pinheiro Guimarães Advogados assessorou a Tim Brasil, com atuação dos sócios Carolina Alonso e Ranna Frota, além dos associados Monique Lassarot e Lucas Schymura.
Já o Pinheiro Neto Advogados representou as instituições coordenadoras da emissão – UBS BB, Bradesco BBI, BTG Pactual e Caixa Econômica Federal – com a participação do sócio Marcos Proença, do associado Gustavo Araujo e da trainee Ana Cecília Couto.
Relevância da operação
Segundo analistas, a captação de R$ 5 bilhões reforça o caixa da Tim Brasil e deve contribuir para o financiamento de seu plano de expansão de infraestrutura. A companhia, uma das maiores operadoras de telecomunicações do país, tem intensificado investimentos em redes de fibra óptica e na ampliação da cobertura 5G.
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Para o mercado, a demanda pelos papéis reforça a confiança dos investidores na saúde financeira da empresa e no setor de telecomunicações. Operações como essa são vistas como estratégicas em momentos de oscilação econômica, pois permitem que as companhias alonguem prazos de dívida e financiem projetos de longo prazo a custos competitivos.