Dólar se mantém estável e Petrobras segura queda da bolsa, apesar de tensão entre Israel e Irã

Dólar se mantém estável e Petrobras segura queda da bolsa, apesar de tensão entre Israel e Irã
Com isso, o dólar acumulou queda de 0,52% na semana e de 3,1% em junho. No acumulado de 2025, a moeda já caiu 10,32%/Freepik
Publicado em 14/06/2025 às 14:15

Da redação de LexLegal

Apesar da escalada nas tensões entre Israel e Irã, o mercado financeiro brasileiro teve um dia relativamente tranquilo nesta sexta-feira (13). O dólar encerrou praticamente estável e a bolsa recuou de forma moderada, diferentemente do que ocorreu nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos, que registraram perdas mais acentuadas.

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A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,541, com leve recuo de 0,04%. Pela manhã, o dólar chegou a subir e bateu R$ 5,59 por volta das 10h. No entanto, a valorização de 7% do petróleo no exterior e a venda de dólares por investidores que aproveitaram o pico de preço ajudaram a segurar o câmbio.

Com isso, o dólar acumulou queda de 0,52% na semana e de 3,1% em junho. No acumulado de 2025, a moeda já caiu 10,32%.

No mercado de ações, o índice Ibovespa — principal indicador da B3 — fechou em 137.213 pontos, com recuo de 0,43%. O índice chegou a cair 0,88% ao longo da manhã, mas reduziu o ritmo de perda com a valorização das ações da Petrobras, que lideraram os negócios do dia.

Os papéis ordinários da estatal (PETR3), que garantem direito a voto, subiram 2,13%. Já as ações preferenciais (PETR4), com prioridade na distribuição de dividendos, avançaram 2,46%. O movimento foi impulsionado pela disparada no preço do barril de petróleo tipo Brent, que encerrou o dia cotado a US$ 74,23 — o maior valor desde o início de abril.

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O desempenho positivo da Petrobras também beneficiou outras empresas do setor de energia e petróleo, reduzindo a pressão negativa sobre o Ibovespa diante das incertezas geopolíticas no Oriente Médio.

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