Trench Rossi Watanabe e Freitas Ferraz atuam na aquisição da ECB pela portuguesa Mota-Engil

Da redação de LexLegal
A construtora portuguesa Mota-Engil assumiu o controle total da Empresa Construtora Brasil (ECB), um dos nomes mais tradicionais do setor de construção e infraestrutura no país. A operação marca a transição de um modelo de controle compartilhado com sócios brasileiros para o controle exclusivo da companhia, consolidando a estratégia do grupo europeu de ampliar sua atuação no mercado brasileiro.
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A operação contou com a assessoria dos escritórios Trench Rossi Watanabe, que representou a compradora, e Freitas Ferraz Advogados, que assessorou os vendedores. A transação envolveu a aquisição de uma fatia adicional de ações da ECB, empresa que já era parcialmente controlada pela Mota-Engil.
Na prática, a operação representa uma reorganização societária que permite à Mota-Engil ampliar sua influência sobre a gestão e os rumos estratégicos da ECB. Esse tipo de operação é comum no mercado de fusões e aquisições e ocorre quando uma companhia que já possui participação relevante em outra decide comprar as ações remanescentes para se tornar a única controladora. Com isso, pode tomar decisões sem necessidade de acordo prévio com outros sócios.
A ampliação da presença no Brasil faz parte da estratégia global da Mota-Engil, que considera o país um dos mercados prioritários em seu portfólio internacional. Ao assumir o controle integral da ECB, o grupo reforça sua posição no setor de infraestrutura, que tem apresentado demanda crescente por parte do poder público e da iniciativa privada.
A equipe do escritório Trench Rossi Watanabe, responsável por representar a Mota-Engil na operação, foi formada pelos sócios Francisco Negrão e Gabriela Bezerra-Fischer, com apoio dos associados Adam Milgrom e Caroline França. Já o Freitas Ferraz Advogados, que representou os vendedores, atuou com o sócio Bernardo Freitas e os associados Rodrigo Amaral, Pedro Vidigal e Paula Mello.
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A conclusão da transação fortalece a presença estrangeira no setor de infraestrutura brasileiro e evidencia o interesse contínuo de grupos europeus em ativos nacionais, especialmente em áreas como construção civil, energia e transporte.